segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

coincidências, "telepatia", saudades... ***


Há sentimentos contraditórios, sentimentos confusos… Ainda hoje, me lembrei do meu passado… E que saudades desse passado, que saudades do protagonista dessa época… É bom ver que as pessoas de quem gostamos estão felizes mesmo não estando ao pé de nós… Mas por outro lado penso na necessidade que eu tenho de ter essa pessoa ao meu lado, da necessidade que tenho dos conselhos dele e da forma positiva como ele via a vida… Fazes-me falta amigo! Mas bem, a distância não significa o fim e o tempo não dita as leis do destino… A vida prossegue independentemente do rumo que nós escolhemos, independentemente de estarmos perto das pessoas de quem gostámos ou não! Se queria mudar o mundo? Queria e muito, pelo menos o meu mundo! Mudar atitudes, mudar situações, mudar decisões… Isto é o que eu desejo agora, mas amanha posso desejar outra coisa… Porque um dia desejei estabilidade, lutei por ela e tive estabilidade! Quando tive estabilidade desejei a instabilidade do passado! O mundo não é estático, e como tal o que hoje é perfeito amanha pode já não ser… O que hoje é real amanha pode simplesmente ser passado…

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

divagações....

Egoísta até dizer chega! Esta é a mais recente descrição sobre a minha pessoa… pois eu percebo que sim, mas a verdade é que o meu egoísmo resulta da necessidade de querer saber de quem gosto! Será que gosto de alguém? Se calhar não… Sou demasiado egoísta para me dar a esse tipo de sentimentos! Bem, ironias à parte, falemos do que interessa! O que é que interessa? NADA!!! Neste momento já nada interessa, é fantástico como tudo muda sem saber bem porque! O mais estúpido é que aparentemente tudo à minha volta está errado, não sei o que isto possa significar, mas também não sei se quero saber… Estou cansada de divagar sobre o que é certo ou errado, estou cansada de pensar em tudo que faço ou digo, mas este é um defeito que me foi incutido desde tenra idade! Impulsiva por natureza, racional por obrigação!! Queria poder ter um botão e desligar do mundo, fechar-me no meu mundo acompanhada pela solidão que me tem ocupado os dias! Neste preciso momento apetece mudar tudo, tenho sede de mudança! Mas pensando mais uma vez, se tudo à volta está errado por onde começo? Se calhar sou eu quem está mal e não o que me rodeia! Depois há ainda uma outra questão, é que para mudar as coisas preciso de começar por um lado e concretizar a mudança! Será que sou capaz de concretizar algum tipo de mudança? Pois, essa é outra questão que se me afigurou nos últimos tempos… Cobardia! Eis outro defeito! Egoísta, cobarde, orgulhosa (quem me conhece sabe que sim)… Se bem que neste momento já nem sei se tenho orgulho, uma vez que tudo na minha vida está em causa… O meu percurso académico, a pessoa por quem supostamente estou apaixonada, a família, os amigos… Bem como diria alguém que amo para todo o sempre e em quem tenho pensado muito ultimamente, o que não tem solução solucionado está! Ou não… ;( Fazes-me muita falta…

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Unfaithful



Story of my life
Searching for the right
But it keeps avoiding me
Sorrow in my soul
'Cause it seems that wrong
Really loves my company

He's more than a man
And this is more than love
The reason that this sky is blue
The clouds are rolling in
Because I'm gone again
And to him I just can't be true

And I know that he knows I'm unfaithful
And it kills him inside
To know that I am happy with some other guy
I can see him dying

I don't wanna do this anymore
I don't wanna be the reason why
Everytime I walk out the door
I see him die a little more inside
I don't wanna hurt him anymore
I don't wanna take away his life
I don't wanna be...
A murderer

I feel it in the air
As I'm doing my hair
Preparing for another day
A kiss upon my cheek
He's here reluctantly
Ask if I'm gonna be out late

I say I won't be long
Just hanging with the girls
A lie I didn't have to tell
Because we both know
Where I'm about to go
And we know it very well

'Cause I know that he knows I'm unfaithful
And it kills him inside
To know that I am happy with some other guy
I can see him dying

I don't wanna do this anymore
I don't wanna be the reason why
Everytime I walk out the door
I see him die a little more inside
I don't wanna hurt him anymore
I don't wanna take away his life
I don't wanna be...
A murderer

Our love
His trust
I might as well take a gun and put it to his head
Get it over
I don't wanna do this
Anymore (anymore)

I don't wanna do this anymore
I don't wanna be the reason why
Everytime I walk out the door
I see him die a little more inside
And I don't wanna hurt him anymore
I don't wanna take away his life
I don't wanna be...
A murderer (a murderer)

No no no

Yeah yeah yeah

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Contradições


Apareces e desapareces como se de um magico te tratasses… Falas e provocas o silêncio… Ficas em silêncio e fazes-me gritar por ti…. Pareces estranho, ou então sou eu que não te compreendo… não sei! Tens a capacidade de mudar tudo, as certezas, a realidade, a razão… Não consigo perceber se esta tua ausência me faz bem, ou se estava melhor com a tua presença… Deixas-me confusa com tudo o que me dizes, deixas-me angustiada quando não falas… És um poço de contradições, que me atrai e repela em simultâneo! Não te percebo nem sei se te quero chegar a perceber… Não estás presente mas tenho a necessidade da tua atenção! Acho que preciso de ti…

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Over You

Now that it's all said and done,
I can't believe you were the one
To build me up and tear me down,
Like an old abandoned house.
What you said when you left
Just left me cold and out of breath.
I fell too far, was in way too deep.
Guess I let you get the best of me.

Well, I never saw it coming.
And I should've started running
A long, long time ago.
And I never thought I'd doubt you,
I'm better off without you
More than you, more than you know.

I'm slowly getting closure.
I guess it's really over.
I'm finally getting better.
And now I'm picking up the pieces.
From spending all of these years
Putting my heart back together.
'Cause the day I thought I'd never get through,
I got over you.

You took a hammer to these walls,
Dragged the memories down the hall,
Packed your bags and walked away.
There was nothing I could say.
And when you slammed the front door shut,
A lot of others opened up,
So did my eyes so I could see
That you never were the best for me.

Well, I never saw it coming.
And I should've started running
A long, long time ago.
And I never thought I'd doubt you,
I'm better off without you
More than you, more than you know.
I'm slowly getting closure.
I guess it's really over.
I'm finally getting better.
And now I'm picking up the pieces.
From spending all of these years
Putting my heart back together.
'Cause the day I thought I'd never get through,
I got over you.

Well, I never saw it coming.
And I should've started running
A long, long time ago.
And I never thought I'd doubt you,
I'm better off without you
More than you, more than you know.

Well, I never saw it coming.
And I should've started running
A long, long time ago.
And I never thought I'd doubt you,
I'm better off without you
More than you, more than you know.
I'm slowly getting closure.
I guess it's really over.
I'm finally getting better.
And now I'm picking up the pieces.
From spending all of these years
Putting my heart back together.
Well I'm putting my heart back together,
'Cause I got over you.
Well I got over you.
I got over you.
'Cause the day I thought I'd never get through,
I got over you.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Mariaaaaa

MARIA mais maria que eu conheço, sei que é errado o que vou fazer mas achei que era demasiado bom para não ser partilhado. Digo-te que a vida te guardou óptimas surpresas e tu podes confirmar isso pois já te vi sorrir e quem sorri assim, com essa ternura, esse amor, quem sorri com esse olhar tem a luz que faz feliz quem resiste a criticar-te e decide conhecer-te e amar-te. Ele já dizia, o teu sarcasmo, a tua ironia é o que vou combater só pelo prazer de te ver sorrir. Eu sei que eles existem porque já sofreste, por isso vou lutar contra e tentar vencê-los dia após dia…
Desculpa Maria ter entrado no teu quarto quando cá não estás, ter aberto o teu bloco de divagações, mas sei que a tua alma, tal como tu dizes, anseia por “um papel e uma caneta para imortalizar o mortal, o mundano, a divagação”.
E começas-te assim…
“Li o texto (o mundo sem as mulheres de Arnaldo Jabor) e logo me revi… eu fui aquela mulher… eu quis ser amada daquela maneira… eu quis ter aquela importância e penso não sonhar ou fantasiar quando penso que eu fui tudo aquilo para ti… mas depois… foi tudo tão rápido… eu ainda não entendi como…
Cansei-me de escrever na terceira pessoa… odeio estar prisioneira tanto quanto tu… quero sair, conhecer, não ter amarras, pois sei que quando decidir voltar os meus estarão cá para mim… mas depois penso e a espera dos que ficam? A dor dos que vêem o mesmo mundo dia após dia à espera que eu esteja bem e volte? Aquilo que perderei ao não estar com eles… os seus sorrisos… as suas lágrimas… a mão que dá a mão… E depois penso na volta a casa, no desespero de não poder, no capricho do querer… e faz-se luz… não me posso limitar a um lugar por muito feliz que ele me fizesse, afinal fui eu que quis ser feliz, então posso sê-lo em qualquer lugar…
Já perdi a razão que me fez escrever-te esta carta, já rasguei a palavra que era suposto gritar… esta é a terceira carta que começo, não pela falta do que te dizer, mas por pensar que apenas pode ser errado… sei que nunca leste ou lerás metade de mim, sei que a tua leitura modifica a minha escrita, pois a tua visão não lê o que escrevo, cada um vê aquilo que muitas vezes quer ver. Mas posso dizer com toda a certeza que a pessoa que eras antes de viajares era exactamente a pessoa que fui antes de fugir… eu voltei e conheci-te, mas e tu?

Não sei se continuo a escrever-te ou se volto a escrever-me, só sei que continuarei a escrever porque a minha musa é, sem hesitação, a minha dor!

Há dias em que gostaria de ser omnipresente, outros de ter o poder de ler mentes só para saber o que pensas, mas mais do que ler a tua mente gostaria de poder sentir a tua alma, aquela que apenas abracei quando me seguraste e eu chorava… logo não a senti apenas vi que ela me embalava… aqui disperso, mas resisto a começar outra carta… a vontade e o destino a trabalharem em conjunto é o meu pensamento… mas fico sem respostas… divago… Os milagres são como apaixonar-se. Não achamos possível até nos acontecer. E quando termina a hora da partilha o que fica? Como podemos reagir? Como podemos continuar? Não sei, mas não busco incessantemente por uma resposta pois sei que a resposta está em não controlar o que sentimos mas sim em fazer algo em relação a isso…sei que parece contraditório, mas de outra forma não o conseguirei significar em palavras… O que dizer? Não sei… se pior para mim do que voltar seria não voltar? Provavelmente… mas também não sei… mas o pior aqui não significa o pior, assim como o voltar não me diz para o que voltar, apenas a minha busca por palavras e as minhas divagações acabam com qualquer tentativa de escrever mais… sentir apenas, o indizível…

A verdade daquelas palavras que falam… aquelas palavras que disseram:

Há pergunta do “e vamos aguentar, não vamos?” eu só posso responder sim, de uma forma ou de outra aguentamos!”

Este texto continuava mas não posso expor a tua vida desta forma. Neste texto relembraste as mensagens que um dia trocaram, sublinhaste as partes que foram mais importantes para ti mas isso não vou revelar. Se eu soubesse que iria ler tudo aquilo não teria mexido no teu bloco, mas mesmo assim tenho de publicar parte disto. É bom. Também publico pois sei que nunca saberás, nunca vais ao meu blog. Quando queres saber como estou perguntas-me.
Melhor do que receberes um ramo de flores é receberes uma carta. Como tu dizes “floristas há muitas mas tempo para pensar numa pessoa ao ponto de lhe escrever uma carta, esse é escasso. E também nunca acertam nas minhas flores! :p”
Um dia vais ser tão curiosa quanto eu e eu saberei escrever como tu, Maria!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

SE

Estou no meu quarto, sozinha, ausente do mundo, ausente da vida… penso nos “se” todos que cruzam o meu caminho… não é possível a existência de tanta incógnita, de tanta incerteza… não sei como reagir, se é que devo reagir! Mais um “se”… tudo que faço ou digo é questionado, avaliado, interpretado… senão não faço, é a ausência de acção que é questionada, avaliada e interpretada… não é possível um “nim”! “ ou sim ou não”, “ou estas de acordo ou não”, “ou esta certo ou esta ERRADO”… no meio de tantas certezas (que não são minhas), questiono a existência de tantos “se”… “Vais a casa este fim de semana? / -Não sei, depende se…”, “podes fazer-me um favor? / Só se…”, “isso é um convite? / só se..”. Para quem as certezas, a liberdade e os amigos são tudo, posso dizer que a minha cabeça é um grande ponto de interrogação! “sabes o que se passa com ela? / não sei, não percebo, só se…”. “Porque será que não me diz nada?/ será que…? Não sei…” JÁ NÃO SEI NADA!!!! Isto assusta-me, deixa-me angustiada… onde está o meu EU liberto? PRECISO DE LIBERDADE, DE AR! Começo a achar que as pessoas são como as certezas, vão e vêem… fogem e deixam-nos o “se”, as recordações (SERÁ que são verdadeiras as recordações?), o tempo passado (SERÁ que valeu a pena esse tempo?)… ou então surgem novas hipóteses do nada, novas incógnitas, como se de um novo “X” ou um “Y” de uma equação se trata-se…. Impõe-nos um “se” na mente… E agora? O que surge agora?
SE a vida fosse a química que estudo, a matemática que amo ou o corpo humano que venero, seria muito mais simples, lógico e racional…