"En la suite 16
Lo que empieza no termina
Del mini bar al eden
Y en muy mala companía
Era ese sabor en tu piel
A azufre revuelto con miel
Asi que me llene de coraje y me fui a caminar por el lado salvaje
Pense "no me mires asi"
Ya se lo que quieres de mi
Que no hay que ser vidente aquí
Para un mal como tu no hay cuerpo que aguante
Lo hecho está hecho
Volvi a tropezar
Con la misma piedra que hubo siempre
Se siente tan bien todo lo que hace mal
Y contigo nunca es suficiente
Como fue
Que paso
Esa noche
Impaciente
Fueron a llamar
La de recepción
Cuando se quejaban de la 17
No puede ser nada normal
Acabar eligiendo tan mal
En materia de hombres soy toda una experta siempre en repetir mis errores
No hay ceguera peor
Que no querer mirar
Cuando te guardabas el anillo dentro del bolsillo y dejarlo pasar
Lo hecho está hecho
Volvi a tropezar
Con la misma piedra que hubo siempre
Se siente tan bien todo lo que hace mal
Y contigo nunca es suficiente
Nunca me senti tan fuera de lugar
Nunca tanto se escapo de mi control
Pero todo en este mundo es temporal
Lo eres tu y lo soy yo
Nunca me senti tan fuera de lugar
Nunca tanto se escapo de mi control
Pero todo en este mundo es temporal
Lo eres tu y lo soy yo
En eso no decido yo
Lo hecho está hecho
Volvi a tropezar
Con la misma piedra que hubo siempre
Se siente tan bien todo lo que hace mal
Y contigo nunca es suficiente
Se siente tan bien todo lo que hace mal"
sábado, 27 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Algo...
Queria dizer algo, queria que compreendessem o que digo… Tenho a cabeça a fervilhar em pensamentos… que dois dias tão grandes! Um já passou… ou outro está a começar… Estou nervosa, irritadiça, mal humorada… Relativamente ao dia que passou não vale a pena dizer nada… Controlei-me o dia toda para não virar ninguém ao contrario… Para não desatar a correr pelo caminho errado… Para me manter um pouco mais na encruzilhada em que me encontro porque tenho medo de dar um passo e depois ter que voltar a atrás… mudaram-me! Obrigaram-me a ser racional… outra vez! Um já passou… recheado de dúvidas, recordações, pensamentos… Outro está a começar e pela primeira vez na vida desejava não ter que passar por ele! Não pela idade obviamente… mas porque não me apetece estar onde estou, mas também não sei onde quero estar… Não me apetece passar este dia com as pessoas que teoricamente seria suposto passar…. Queria poder adormecer agora e só acordar dia 16. Dois dias seguidos com muito significado mas sem significado nenhum… contraditório, sim eu sei… Estranho, eu que passo a vida a fazer planos de como quero que as coisas corram, e quem me conhece minimamente bem sabe que sim (razão essa que também me leva frequentemente a desilusões, lol), desta vez nada! Não pensei em nada para além de que não quero que aconteça… Conseguiram fazer com que eu não deseje o dia que sempre desejei! Fantástico como alguma pessoas tem muito mais “poder” sobre nós do que seria suposto… Neste momento se pudesse ficava sozinha, ou então com a única pessoa com quem me sinto bem ultimamente, a única pessoa que me consegue por um sorriso na cara! Sim és tu, que ainda te dás ao trabalho de tentar perceber o que escrevo até quando eu não percebo… lol… Bem só me resta tentar ser positiva, se não fiz “castelos no ar” nada pode correr pior do que imaginei!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Isto
Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está ao pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Fernando Pessoa
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.
Tudo o que sonho ou passo,
O que me falha ou finda,
É como que um terraço
Sobre outra coisa ainda.
Essa coisa é que é linda.
Por isso escrevo em meio
Do que não está ao pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Fernando Pessoa
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
E de novo a armadilha dos abraços

E de novo a armadilha dos abraços.
E de novo o enredo das delícias.
O rouco da garganta, os pés descalços
a pele alucinada de carícias.
As preces, os segredos, as risadas
no altar esplendoroso das ofertas.
De novo beijo a beijo as madrugadas
de novo seio a seio as descobertas.
Alcandorada no teu corpo imenso
teço um colar de gritos e silêncios
a ecoar no som dos precipícios.
E tudo o que me dás eu te devolvo.
E fazemos de novo, sempre novo
o amor total dos deuses e dos bichos.
Rosa Lobato Faria
domingo, 17 de janeiro de 2010
A Beleza
Não tens corpo, nem pátria, nem família,
Não te curvas ao jugo dos tiranos.
Não tens preço na terra dos humanos,
Nem o tempo te rói.
És a essência dos anos,
O que vem e o que foi.
És a carne dos deuses,
O sorriso das pedras,
E a candura do instinto.
És aquele alimento
De quem, farto de pão, anda faminto.
És a graça da vida em toda a parte,
Ou em arte,
Ou em simples verdade.
És o cravo vermelho,
Ou a moça no espelho,
Que depois de te ver se persuade.
És um verso perfeito
Que traz consigo a força do que diz.
És o jeito
Que tem, antes de mestre, o aprendiz.
És a beleza, enfim. És o teu nome.
Um milagre, uma luz, uma harmonia,
Uma linha sem traço...
Mas sem corpo, sem pátria e sem família,
Tudo repousa em paz no teu regaço.
Miguel Torga, in 'Odes'
Não te curvas ao jugo dos tiranos.
Não tens preço na terra dos humanos,
Nem o tempo te rói.
És a essência dos anos,
O que vem e o que foi.
És a carne dos deuses,
O sorriso das pedras,
E a candura do instinto.
És aquele alimento
De quem, farto de pão, anda faminto.
És a graça da vida em toda a parte,
Ou em arte,
Ou em simples verdade.
És o cravo vermelho,
Ou a moça no espelho,
Que depois de te ver se persuade.
És um verso perfeito
Que traz consigo a força do que diz.
És o jeito
Que tem, antes de mestre, o aprendiz.
És a beleza, enfim. És o teu nome.
Um milagre, uma luz, uma harmonia,
Uma linha sem traço...
Mas sem corpo, sem pátria e sem família,
Tudo repousa em paz no teu regaço.
Miguel Torga, in 'Odes'
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
heartbeat***
You said you'd be there for me
In times of trouble when I need you and I'm down
And likewise you need friendship
It's from my side pure love but I see lately things have been changing
You have goals to achieve
But the roads you take abroad and heartless
That wants you make another way
You throw stones
Can you see that I am human I am breathing
But you don't give a damn
Chorus
Can you feel my heart is beating?
Can you see the pain you're causing?
Can you feel my heart is beating?
Can you see the pain you're causing?
Blood, blood, blood.... keeps rushing
And now the world is asleep
How will you ever wake her up when she is deep in her dreams, wishing?
And yet so many die
And still we thing that it is all about us
It's all about you
You sold your soul to the evil and the lust
And the passion and the money and you
See innocent ones die, people hunger for decades
Suffer under civilized armed robbers, modern slaveholders
Chorus
Blood, blood, blood.... keeps rushing
Evaded, eliminated, erased, interrogated
Our tradition, our love for our fellow countrymen,
Our property, our resources - our pride
Can you feel my heart beating?
No, no, no.... you don't
Chorus
In times of trouble when I need you and I'm down
And likewise you need friendship
It's from my side pure love but I see lately things have been changing
You have goals to achieve
But the roads you take abroad and heartless
That wants you make another way
You throw stones
Can you see that I am human I am breathing
But you don't give a damn
Chorus
Can you feel my heart is beating?
Can you see the pain you're causing?
Can you feel my heart is beating?
Can you see the pain you're causing?
Blood, blood, blood.... keeps rushing
And now the world is asleep
How will you ever wake her up when she is deep in her dreams, wishing?
And yet so many die
And still we thing that it is all about us
It's all about you
You sold your soul to the evil and the lust
And the passion and the money and you
See innocent ones die, people hunger for decades
Suffer under civilized armed robbers, modern slaveholders
Chorus
Blood, blood, blood.... keeps rushing
Evaded, eliminated, erased, interrogated
Our tradition, our love for our fellow countrymen,
Our property, our resources - our pride
Can you feel my heart beating?
No, no, no.... you don't
Chorus
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
coincidências, "telepatia", saudades... ***

Há sentimentos contraditórios, sentimentos confusos… Ainda hoje, me lembrei do meu passado… E que saudades desse passado, que saudades do protagonista dessa época… É bom ver que as pessoas de quem gostamos estão felizes mesmo não estando ao pé de nós… Mas por outro lado penso na necessidade que eu tenho de ter essa pessoa ao meu lado, da necessidade que tenho dos conselhos dele e da forma positiva como ele via a vida… Fazes-me falta amigo! Mas bem, a distância não significa o fim e o tempo não dita as leis do destino… A vida prossegue independentemente do rumo que nós escolhemos, independentemente de estarmos perto das pessoas de quem gostámos ou não! Se queria mudar o mundo? Queria e muito, pelo menos o meu mundo! Mudar atitudes, mudar situações, mudar decisões… Isto é o que eu desejo agora, mas amanha posso desejar outra coisa… Porque um dia desejei estabilidade, lutei por ela e tive estabilidade! Quando tive estabilidade desejei a instabilidade do passado! O mundo não é estático, e como tal o que hoje é perfeito amanha pode já não ser… O que hoje é real amanha pode simplesmente ser passado…
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